Educação infantil · G1 a G6

Onde a infância é levada a sério, brincando.

Toda jornada começa com confiança. Da família, a criança parte para um arquipélago de experiências preparado para investigar, criar, se mover e construir sentido sobre o mundo.

A família é o porto.

É de onde a criança parte e para onde volta carregando perguntas, descobertas e histórias do dia.

Um mapa que muda com o grupo

A criança não passa o dia em uma única sala.

Ela circula por territórios que oferecem outras linguagens para olhar o mesmo mundo e transformar perguntas em investigação.

Um percurso possível.

Movimento pode encontrar palavras. Uma semente pode abrir uma conversa sobre tempo. O mapa organiza os encontros, sem engessar a infância.

O ambiente também educa

Materiais e espaços também fazem perguntas.

Argila, livros, sementes, mapas e cordas não decoram a aprendizagem. São convites para testar hipóteses, criar histórias e descobrir junto.

Investigar vem antes de responder.

Em cada território, a criança encontra matéria para tornar visível o que está pensando, sentindo e imaginando.

Hoje um bilhete virou uma investigação inteira porque alguém perguntou se palavras também podiam viajar até outra ilha.

Toda jornada continua

A próxima ilha ainda está esperando por ela.

A Ilha é construída para que cada criança encontre tempo, presença e diferentes linguagens para investigar, criar vínculos e construir autonomia.

Uma visita é o começo.

Antes de conhecer os espaços, queremos escutar o momento da sua criança e o que sua família procura viver agora.

Começar uma conversa

Dois momentos da mesma infância

A proposta muda com o momento da criança.

G1/G2 e G3/G6 compartilham a mesma ideia de infância, mas não repetem a mesma rotina. Cada etapa pede outro tempo, outra presença do adulto e outras formas de explorar.

G1 e G20 a 2 anos

O vínculo é o primeiro território.

Aqui, a proposta não antecipa o percurso das crianças maiores. Cuidado, ritmos corporais e segurança afetiva organizam o dia e abrem espaço para as primeiras investigações.

  • Chegar sem pressaA adaptação acontece com horários flexíveis e presença da família quando a criança precisa.
  • Cuidar também educaAlimentação, descanso e higiene são encontros de vínculo, autonomia e confiança.
  • Explorar com o corpo inteiroGestos, movimento, sons e materiais são linguagens para conhecer o mundo.
G3 a G63 a 5 anos

O arquipélago ganha novas rotas.

A autonomia cresce e a circulação entre os doze territórios se torna mais ampla. Perguntas do grupo atravessam diferentes linguagens, materiais e projetos ao longo da semana.

É essa navegação que o mapa a seguir torna visível.

O arquipélago pedagógico

Doze ilhas. Incontáveis formas de pensar.

O que muda de ilha para ilha não é o conteúdo. É a linguagem que a criança usa para pensar.

Ilha das Palavras

Uma cena possível

Um bilhete pode levar o grupo a inventar endereços, rotas e um correio entre as ilhas.

Conversas, bilhetes, listas, nomes e registros tornam a linguagem parte viva do cotidiano.

Materiais que entram em cenaPapéis, envelopes, carimbos, listas, livros e mapas.

Vamos começar pelo grupo certo

Conte com quem podemos falar e para qual ano.

Com o nascimento e o ano letivo de interesse, identificamos a turma correspondente e enviamos as informações certas para sua família.

  1. 01
    Identificamos o grupo

    A data de nascimento e o ano letivo orientam a indicação da turma.

  2. 02
    Enviamos a proposta

    Você recebe as informações correspondentes ao momento da sua família.

  3. 03
    Conversamos sobre a visita

    Depois, a equipe segue com você para combinar os próximos passos.

Primeiro contato

Receba as informações da Ilha.

Com esses dados, identificamos o grupo correspondente e retornamos com a proposta certa para sua família.

Selecione o nascimento para identificar o grupo.

Ao enviar, abrimos uma conversa no WhatsApp com estas informações.

A infância merece tempo. Merece território. Merece investigação. Merece cuidado.

É para isso que a Ilha existe.